A menina enfiou um
chapéu azul e amarelo que a protegia do sol. Com um elástico, prendeu-o à volta do queixo. O estado de alma tornara-se uma adivinha.
Era vê-la correr naquelas planícies verdes e ensolaradas de olhos escondidos e tranças pretas a oscilarem ao sabor do vento e do
movimento. No friso amarelo do chapéu de pano estava escrito,a letras manuscritas, Inês L.
( Esta sim, esta não. Esta ( não se veem os olhos):sim ou não?)